Pró-Memórias abre inscrições para o Arquivo Escola Nacional 2026
O Programa Pró-Memórias, do Instituto Galo da Manhã, abriu nesta sexta-feira (14) as inscrições para o Arquivo Escola Nacional 2026,...
Participantes que concluírem o Arquivo Escola Nacional 2026 poderão apresentar projetos de preservação de acervos documentais e receber até R$ 30 mil em apoio financeiro do Programa Pró-Memórias, do Instituto Galo da Manhã.
A principal novidade da edição 2026 é aproximar a formação técnica da intervenção direta nos arquivos: os participantes poderão desenvolver projetos para enfrentar problemas reais dos acervos com os quais trabalham. O apoio pode financiar organização, conservação, higienização, acondicionamento, descrição arquivística, digitalização, preservação digital e difusão de documentos.
Como funciona o financiamento
Cada proposta pode receber até R$ 30 mil, valor definido pela Comissão Avaliadora conforme critérios como avaliação técnica, dimensão da intervenção, relevância do acervo, viabilidade do projeto e disponibilidade orçamentária, o valor máximo não é garantido a todos os aprovados. O recurso é formalizado por Termo de Compromisso, com regras de utilização, acompanhamento e prestação de contas. A iniciativa repete o modelo de 2025, quando os participantes também puderam receber até R$ 30 mil.
Quem pode participar e o que pode ser financiado
Podem apresentar projetos os participantes selecionados e concluintes do Arquivo Escola, desde que tenham vínculo ou autorização para atuar sobre o acervo em questão. Os projetos podem envolver arquivos públicos, privados, comunitários, universitários, de movimentos sociais, de coletivos culturais e de outras iniciativas de preservação da memória.
Entre as ações financiáveis estão: preservação e conservação (higienização, conservação preventiva, acondicionamento); organização arquivística (diagnóstico, identificação documental, arranjo, instrumentos de pesquisa); descrição arquivística e metadados; digitalização de documentos e organização de arquivos digitais; acesso e difusão (catálogos, exposições digitais, publicações); e formação de equipes locais para dar continuidade ao trabalho após o fim do projeto.
Contrapartida social
Os projetos aprovados precisam apresentar contrapartidas sociais, principalmente a disponibilização pública e gratuita dos resultados, incluindo documentos digitalizados e metadados, sempre que houver condições técnicas e jurídicas. Ao final, cada projeto deve demonstrar como os recursos foram usados e qual impacto a intervenção produziu no acervo.
Arquivo Escola 2026: participantes poderão receber até R$ 30 mil para colocar projetos de preservação e acesso em prática
Programa Pró-Memórias transforma formação arquivística em oportunidade de financiamento para iniciativas de preservação, organização, digitalização e acesso a acervos
Participar do Arquivo Escola Nacional 2026 poderá significar muito mais do que uma semana de formação. Os participantes que concluírem o curso terão a possibilidade de transformar os conhecimentos adquiridos em projetos concretos de preservação de acervos documentais, que poderão receber até R$ 30 mil em apoio financeiro do Programa Pró-Memórias, do Instituto Galo da Manhã.
A proposta é uma das principais novidades da edição 2026: aproximar a formação técnica da intervenção direta nos arquivos, permitindo que os participantes desenvolvam projetos para enfrentar problemas reais encontrados nos acervos com os quais trabalham.
O apoio poderá financiar iniciativas de organização, conservação, higienização, acondicionamento, descrição arquivística, digitalização, preservação digital e difusão de documentos, entre outras ações relacionadas à preservação e ao acesso aos acervos.
Até R$ 30 mil para transformar conhecimento em ação
Os participantes selecionados e concluintes do Arquivo Escola poderão apresentar projetos vinculados aos arquivos e acervos nos quais atuam. Cada proposta poderá receber até R$ 30.000,00, de acordo com a avaliação técnica, a dimensão da intervenção proposta, a relevância do acervo, a viabilidade do projeto e a disponibilidade orçamentária.
O valor máximo não significa que todos os projetos receberão necessariamente R$ 30 mil. A Comissão Avaliadora analisará cada proposta e definirá o valor do apoio de acordo com as necessidades e características do projeto aprovado.
O recurso será formalizado por meio de Termo de Compromisso, com regras para sua utilização, acompanhamento e prestação de contas.
A iniciativa retoma uma característica importante do Arquivo Escola de 2025, quando os participantes também puderam desenvolver propostas para receber apoio financeiro de até R$ 30 mil.
Projetos para arquivos reais
A proposta parte de uma ideia simples: a formação não termina na sala de aula.
Durante o Arquivo Escola, os participantes terão contato com conhecimentos e procedimentos relacionados à organização, conservação, descrição, digitalização e difusão de documentos. Depois da formação, poderão aplicar esse conhecimento em um projeto estruturado para seu próprio contexto de atuação.
Assim, um participante que trabalhe em um arquivo comunitário poderá, por exemplo, desenvolver uma proposta de organização e descrição do acervo. Outro poderá apresentar um projeto de digitalização de documentos históricos. Uma instituição que enfrente problemas de conservação poderá propor ações de higienização, acondicionamento e preservação preventiva.
O objetivo é que o investimento gere resultados concretos e permanentes para os acervos e para as comunidades que deles fazem uso.
Quem poderá apresentar os projetos?
O apoio será destinado aos participantes selecionados e concluintes do Arquivo Escola Nacional 2026.
Os projetos poderão envolver arquivos:
O projeto deverá estar relacionado a um acervo com o qual o participante possua vínculo ou autorização para atuar.
O que poderá ser financiado?
Entre as possibilidades previstas estão:
Preservação e conservação
Higienização, conservação preventiva e acondicionamento técnico.
Organização arquivística
Diagnóstico, identificação documental, organização de fundos, arranjo e elaboração de instrumentos de pesquisa.
Descrição
Descrição arquivística e estruturação de metadados.
Digitalização
Digitalização de documentos e organização dos arquivos digitais.
Acesso e difusão
Disponibilização dos documentos, criação de catálogos, exposições digitais, publicações e outras estratégias de difusão.
Formação
Capacitação de equipes locais para que o trabalho desenvolvido possa continuar depois do encerramento do projeto.
A proposta acompanha a estrutura do regulamento anterior, que previa ações desde o diagnóstico e a higienização até a organização, digitalização e publicação dos documentos.
Não é apenas dinheiro: é compromisso com o acesso
Para receber o apoio, os projetos deverão apresentar contrapartidas sociais.
Entre elas está a disponibilização pública e gratuita dos resultados. Sempre que houver condições técnicas e jurídicas, os documentos digitalizados e seus respectivos metadados deverão ser disponibilizados online.
Essa orientação já estava presente no regulamento de 2025 e permanece como princípio central para 2026.
Os projetos também poderão desenvolver oficinas, atividades de educação patrimonial, publicações, catálogos, exposições digitais e ações de devolutiva para as comunidades.
Uma oportunidade para fazer o projeto sair do papel
Para muitos arquivos, o principal obstáculo à preservação não é a ausência de conhecimento técnico, mas a falta de recursos para transformar esse conhecimento em trabalho efetivo.
O Arquivo Escola 2026 procura atuar justamente nesse ponto: formar profissionais e, ao mesmo tempo, criar condições para que parte dos projetos desenvolvidos por esses profissionais possa sair do papel.
A possibilidade de receber até R$ 30 mil permite que uma ideia apresentada durante a formação seja convertida em um plano de trabalho com objetivos, cronograma, equipe, orçamento, metas e resultados mensuráveis.
Ao final, o projeto deverá demonstrar não apenas como os recursos foram utilizados, mas também o que mudou no acervo e qual impacto a intervenção produziu.
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